A nutricionista Jessica Soares, de 35 anos, ganhou repercussão nacional após sobreviver a uma tentativa de estupro dentro do próprio apartamento, em Barueri, na Grande São Paulo. A vítima conseguiu impedir a violência ao reagir ao agressor utilizando técnicas de defesa pessoal aprendidas no jiu-jitsu.
Natural do Ceará, Jessica construiu carreira na área da saúde e atua em Alphaville, onde atende pacientes com foco em alimentação saudável, reeducação alimentar e qualidade de vida. Além da atuação clínica, ela também se apresenta como palestrante e apresentadora.
Nas redes sociais, a nutricionista reúne cerca de 20 mil seguidores, compartilhando conteúdos relacionados à nutrição, atividade física, autocuidado e bem-estar. Em seu perfil, destaca mensagens voltadas ao fortalecimento feminino e à saúde integral, com frases como “Seu corpo fala, eu te ensino a ouvir” e “Nutrição, força feminina & autocuidado”.
A profissional também costuma dividir com os seguidores momentos da rotina ao lado da família, atividades esportivas e experiências profissionais, consolidando uma presença digital voltada à promoção de hábitos saudáveis.
Jessica tornou-se personagem central de um caso que chamou a atenção pela reação diante da violência. Segundo relato da vítima, ela foi surpreendida dentro de casa por um homem que teria invadido o condomínio e o apartamento onde mora. Durante a agressão, conseguiu resistir e lutar contra o suspeito por mais de dez minutos, escapando da tentativa de estupro.
Após se desvencilhar do agressor, correu pelos corredores do prédio em busca de ajuda. O suspeito foi contido por moradores e preso em flagrante pela Guarda Municipal.
O caso segue sendo investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Barueri. Jessica sofreu lesões decorrentes da agressão e recebeu atendimento médico, mas sua reação foi decisiva para evitar que o crime fosse consumado.
A história da nutricionista tem gerado manifestações de solidariedade e levantado debates sobre segurança em condomínios, violência contra a mulher e a importância de mecanismos de proteção e acolhimento às vítimas.
Fonte: G1, CNN e arquivo pessoal (foto).




























